Perguntas Frequentes

Respondemos às principais dúvidas sobre o Lar dos Velhinhos com carinho e transparência.

Como os idosos são acolhidos

Os idosos são recebidos por nossa equipe técnica, que avalia as condições de vulnerabilidade social e as necessidades de cada pessoa. Todo o processo é objetivo e técnico, sem interferência da diretoria.

Precisa ser idoso, ou seja, ter 60 anos ou mais. Precisa querer ser abrigado — não pode ser uma vontade somente do familiar. Precisa residir em Guanambi há pelo menos um ano. Precisa ter vulnerabilidade social atestada pelo CRAS/CREAS.

Não. Quem é o maior responsável por essa avaliação é o CRAS/CREAS. Ela é quem deve atestar a vulnerabilidade social dos idosos — o que não impede que a Equipe Técnica Multidisciplinar também faça essa avaliação. A exceção são somente casos de maus tratos.

A instituição atende prioritariamente idosos em situação de vulnerabilidade social residentes em Guanambi há pelo menos um ano, conforme previsto no estatuto da instituição e nas diretrizes do serviço de acolhimento.

Sim, desde que a deficiência permita o convívio com os demais idosos e a Instituição tenha condições de oferecer o cuidado necessário.

Não. Toda a admissão é objetiva e técnica. Não há qualquer interferência ou ingerência da diretoria e nem mesmo da Loja nesse processo. Isso garante a seriedade e transparência do Lar dos Velhinhos.

A quantidade varia, havendo sempre alguma saída e entrada. São atualmente 52 vagas e, na data deste texto (28/04/2025), são 47 pessoas acolhidas.

A maioria dos idosos possui o mais alto grau de dependência, são acamados e têm perda cognitiva considerável. Esses fatores tendem a evoluir ao longo do tempo. Alguns poucos têm ainda uma vida ativa e interagem entre si e com as pessoas em geral.

O idoso é atendido com moradia digna, refeição seis vezes ao dia (café da manhã, lanche matinal, almoço, lanche vespertino, jantar e ceia), cuidados de saúde adequados, cuidados de higiene, promoção de visitas de familiares, atividades recreativas internas e externas, práticas religiosas e muito mais.

Sim. A Instituição procura promover eventos internos regulares para comemoração de datas festivas, como Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal, Páscoa, entre outros, além de aniversários de idosos e funcionários.

Visitar o Lar dos Velhinhos

O Lar dos Velhinhos "funciona" 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano. A instituição não para. Em todo tempo há sempre alguém trabalhando. A instituição deve ser vista como uma residência — é a casa dos idosos.

O horário regular de visita aos idosos é das 14h às 16h. Como é uma residência, é preciso respeitar a individualidade e intimidade de cada um. A visita ao leito/quarto dos idosos é permitida somente a parentes e amigos próximos.

As visitas e eventos promovidos por grupos devem ser agendadas previamente com a monitora de recreação por meio da secretaria ou pelos contatos oficiais.

Como ajudar o Lar dos Velhinhos

Todas as doações são bem-vindas. O Lar sempre precisa de produtos de limpeza, de higiene, alimentos e fraldas. Quem puder também pode fazer doações em dinheiro, via Pix, transferência ou cartão. Todos os recursos — in natura ou financeiros — são necessários para manter o cuidado com os idosos.

Sim. Toda doação é registrada e lançada no sistema. É tratada com o máximo de respeito e garantido que chegue à destinação correta e ao cuidado com os idosos. Elas inclusive são contabilizadas na prestação de contas.

Infelizmente as doações vêm diminuindo muito nos últimos tempos. As doações tiveram um papel fundamental no período de intervenção, pois ajudaram a reerguer a Instituição. Entretanto, à medida da percepção de melhora da instituição, as doações tendem a diminuir. Isso é um problema, pois sem doações não é possível oferecer um cuidado de qualidade.

Não. O valor da contribuição do idoso não chega, na maioria dos meses, a 35% do gasto mensal. Muitos acreditam que, por ter muitos idosos e a maioria ter benefícios, esses valores seriam suficientes para o custeio — mas não são. A diferença precisa vir de doações e apoiadores.

Os recursos arrecadados nas edições do #Sextou no Abrigo não são regulares. Devido a essa característica, 100% do lucro com o evento é investido na infraestrutura. Todo o resultado é para melhoria das instalações.

Missão, Visão e Valores

O Lar dos Velhinhos é uma ILPI — instituição civil, de direito privado, sem fins lucrativos, caritativa, de Assistência Social e de promoção humana. Atende pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social com idade igual ou superior a 60 anos de idade e/ou adultos com deficiência conforme previsão estatutária.

É contribuir para a humanização dos assistidos prestando assistência e garantindo qualidade de vida e a dignidade essenciais à Pessoa Idosa, proporcionando-lhes ambiente adequado, resgatando vínculos e respeitando seus limites, suprindo suas necessidades básicas.

Ser referência na região no atendimento, de forma qualificada, dentro das mais exigentes normas e leis vigentes. Oferecer estrutura de qualidade, baseado na humanidade e humildade, preservando a saúde física e mental, superando as expectativas dos internos, associados, voluntários e colaboradores.

Não. O Lar é administrado por membros da Cruzeiro do Sul, mas é uma associação independente em todos os aspectos — com CNPJ próprio, direção e normas próprias. Suas contas e orçamento são independentes. A Loja Maçônica abraçou a causa e seus membros concorrem aos cargos da diretoria nas eleições regulares.

Não. Toda a diretoria e os membros do conselho são voluntários.

Sim. A instituição é regularmente fiscalizada pelo Ministério Público, Vigilância Sanitária, Conselho Municipal do Idoso e outros órgãos competentes. A transparência é um dos pilares da gestão atual.

Uma das inovações do Lar é a criação de um Conselho Fiscal independente formado por representantes de instituições de relevante serviço prestado à sociedade e que possuem credibilidade para verificar e auditar as contas.

Sim. O terreno foi doado em março de 1968 pelo Sr. Almir Francisco Moraes e Família. A obra da sede foi iniciada em 1971 e concluída em 1977, com grande esforço das voluntárias e envolvimento da sociedade de Guanambi.